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dc.creatorMercês, Marcos Welinton Freitas das-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5592972344585004por
dc.contributor.advisor1Miranda, Eduardo Oliveira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5839993151692776por
dc.contributor.advisor-co1Castro Junior, Luis Vitor-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4734268200393775por
dc.contributor.referee1Mattos, Ivanilde Guedes de-
dc.contributor.referee2Sanches, Julio César Alcântara dos Santos-
dc.date.accessioned2026-07-10T18:19:00Z-
dc.date.issued2026-03-06-
dc.identifier.citationMERCÊS, Marcos Welinton Freitas das. Hackeando a colonialidade: corpo-hacker de mulheres negras como espaço de desobediência na comunicação visual, 2026, 132 f., Dissertação (mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Desenho Cultura e Interatividade, Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana.por
dc.identifier.urihttp://tede2.uefs.br:8080/handle/tede/2083-
dc.description.resumoEsta pesquisa busca compreender como o corpo-território (Sodré, 2002; Miranda, 2020,) e comporta como um espaço de comunicação visual (Munari, 1979) catalisador da memória continuada de um povo ao desenhar mitos iorubás por meio da performance das artistas negras Rachel Reis e Majur. Nesse sentido, o corpo-território, munido de gestos, cores e vestimentas, evidencia os valores civilizatórios afro-brasileiros (Trindade, 2010). Partindo de uma abordagem qualitativa, investiga-se como as colonialidades (Maldonado-Torres, 2024) presentes na indústria cultural são subvertidas — ou mesmo hackeadas — por essas artistas, que ressignificam narrativas e rompem com a colonialidade do ver (Barriendos, 2019). Assim, a pesquisa propõe a perspectiva conceitual de corpo-hacker, que busca compreender os movimentos de contranarrativas e a desobediência epistêmica dessas artistas. Em consonância com essa perspectiva, adota-se a cartografia sentimental de Suely Rolnik (2017) como metodologia, permitindo que o pesquisador atue como cartógrafo de afetos e selecione as ferramentas necessárias para a travessia do sensível ao real. A dissertação, portanto, revela que a relação entre mito, desenho e corpo-território materializa visualidades afro-diaspóricas que hackeiam a linguagem colonial, promovendo a desobediência epistêmica através do pensamento liminar.por
dc.description.abstractThis research seeks to understand how the body-territory (Miranda, 2020) functions as a space of visual communication (Munari, 1979), acting as a catalyst for the continuous memory of a people by drawing Yoruba myths through the performances of Black artists Rachel Reis and Majur. In this sense, the body-territory, equipped with gestures, colors, and clothing, highlights Afro-Brazilian civilizational values (Trindade, 2010). Based on a qualitative approach, the research investigates how colonialities (Maldonado-Torres, 2024) present in the cultural industry are subverted — or even hacked — by these artists, who reframe narratives and break with the coloniality of seeing (Barriendos, 2019). Thus, the research proposes the conceptual perspective of the body-hacker, which seeks to understand the movements of counter-narratives and the epistemic disobedience of these artists. In alignment with this perspective, Suely Rolnik's sentimental cartography (2017) is adopted as a methodology, allowing the researcher to act as a cartographer of affects and select the necessary tools for the crossing from the sensitive to the real. The dissertation, therefore, reveals that the relationship between myth, drawing, and body-territory materializes Afro-diasporic visualities that hack colonial language, promoting epistemic disobedience through liminal thinking.eng
dc.description.provenanceSubmitted by Daniela Costa (dmscosta@uefs.br) on 2026-07-10T18:18:43Z No. of bitstreams: 1 Marcos Welinton Freitas das Mercês - Dissertação.pdf: 3391555 bytes, checksum: b3b74e8686353c95b024c982cdbd6973 (MD5)eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-07-10T18:19:00Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Marcos Welinton Freitas das Mercês - Dissertação.pdf: 3391555 bytes, checksum: b3b74e8686353c95b024c982cdbd6973 (MD5) Previous issue date: 2026-03-06eng
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia - FAPEBpor
dc.formatapplication/pdf*
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Estadual de Feira de Santanapor
dc.publisher.departmentDEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTESpor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.initialsUEFSpor
dc.publisher.programMestrado Acadêmico em Desenho Cultura e Interatividadepor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectComunicação visualpor
dc.subjectCorpo-hackerpor
dc.subjectDesobediência epistêmicapor
dc.subjectColonialidade do verpor
dc.subjectMitos iorubáspor
dc.subjectCartografia sentimentalpor
dc.subjectVisual communicationeng
dc.subjectBody-hackereng
dc.subjectEpistemic disobedienceeng
dc.subjectColoniality of seeingeng
dc.subjectYoruba mythseng
dc.subjectSentimental cartographyeng
dc.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTESpor
dc.titleHackeando a colonialidade: corpo-hacker de mulheres negras como espaço de desobediência na comunicação visualpor
dc.typeDissertaçãopor
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