@MASTERSTHESIS{ 2011:1337642649, title = {Prevalência da disfunção temporomandibular e fatores associados em idosos institucionalizados e não institucionalizados em Feira de Santana, Bahia, 2010}, year = {2011}, url = "http://tede2.uefs.br:8080/handle/tede/1049", abstract = "As disfunções temporomandibulares (DTM) são caracterizadas por anormalidades da função mastigatória ou dor musculoesquelética. Possuem etiologia multifatorial e se apresentam como desafio para a medicina e a odontologia. Buscou-se desenvolver um estudo epidemiológico de corte transversal, para estimar a prevalência da disfunção tempormandibular (DTM) e identificar a associação entre fatores socioeconômico-demográficos, sistêmicos, otológicos e relacionados à dor muscular em idosos institucionalizados e não institucionalizados no município de Feira de Santana, Bahia em 2010. Estudou-se um grupo populacional de 307 idosos, sendo 227 idosos não institucionalizados e 80 idosos institucionalizados. Para detectar a DTM, utilizou-se o Índice Anamnésico (IA), validado por Da Fonsêca et al. em 1994. Para explorar a associação entre os fatores estudados e a prevalência de DTM foram calculadas taxas de prevalência, razões de prevalência de DTM e seus respectivos intervalos de 95% de confiança e p-valor do teste qui-quadrado (χ2). Foi estimada uma prevalência da DTM de 50,5%, sendo entre os idosos não institucionalizados a prevalência de disfunção temporomadibular foi de 49,8 %, e nos institucionalizados de 52,5%. O p-valor de 0,676 para o teste qui-quadrado (χ2). Foi observada variação da prevalência da DTM, com significância estatística em nivel de 5% em relação ao sexo, faixa etária, escolaridade, renda, zumbido, tonturas e a depressão nos grupos populacionais estudados. Concluiu-se que existe uma elevada prevalência de DTM nestes grupos populacionais de idosos e evidencia-se a necessidade de novos estudos com desenhos epidemiológicos mais refinados no que tange à compreensão da relação da disfunção temporomandibular em idosos e suas condições: sistêmicas, sociais e culturais. Além de demonstrar a necessidade da valorização da sintomatologia da DTM em idosos, especialmente, por estes comumente apresentarem alguma desordem sistêmica relacionada ao processo de envelhecimento, fato que pode dificultar a observação da DTM nesta faixa etária.As disfunções temporomandibulares (DTM) são caracterizadas por anormalidades da função mastigatória ou dor musculoesquelética. Possuem etiologia multifatorial e se apresentam como desafio para a medicina e a odontologia. Buscou-se desenvolver um estudo epidemiológico de corte transversal, para estimar a prevalência da disfunção tempormandibular (DTM) e identificar a associação entre fatores socioeconômico-demográficos, sistêmicos, otológicos e relacionados à dor muscular em idosos institucionalizados e não institucionalizados no município de Feira de Santana, Bahia em 2010. Estudou-se um grupo populacional de 307 idosos, sendo 227 idosos não institucionalizados e 80 idosos institucionalizados. Para detectar a DTM, utilizou-se o Índice Anamnésico (IA), validado por Da Fonsêca et al. em 1994. Para explorar a associação entre os fatores estudados e a prevalência de DTM foram calculadas taxas de prevalência, razões de prevalência de DTM e seus respectivos intervalos de 95% de confiança e p-valor do teste qui-quadrado (χ2). Foi estimada uma prevalência da DTM de 50,5%, sendo entre os idosos não institucionalizados a prevalência de disfunção temporomadibular foi de 49,8 %, e nos institucionalizados de 52,5%. O p-valor de 0,676 para o teste qui-quadrado (χ2). Foi observada variação da prevalência da DTM, com significância estatística em nivel de 5% em relação ao sexo, faixa etária, escolaridade, renda, zumbido, tonturas e a depressão nos grupos populacionais estudados. Concluiu-se que existe uma elevada prevalência de DTM nestes grupos populacionais de idosos e evidencia-se a necessidade de novos estudos com desenhos epidemiológicos mais refinados no que tange à compreensão da relação da disfunção temporomandibular em idosos e suas condições: sistêmicas, sociais e culturais. Além de demonstrar a necessidade da valorização da sintomatologia da DTM em idosos, especialmente, por estes comumente apresentarem alguma desordem sistêmica relacionada ao processo de envelhecimento, fato que pode dificultar a observação da DTM nesta faixa etária.", publisher = {Universidade Estadual de Feira de Santana}, scholl = {Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva}, note = {DEPARTAMENTO DE SAÚDE} }